[ Texto inspirado por amigos espirituais durante prática espiritual e bioenergética de assistência e desenvolvimento coletivo. ]
Em 21/07/2026 recebo a mensagem de um ente espiritual durante uma prática coletiva de assistência energética, ocasião de minha coordenação física do trabalho. A assistência na ocasião estava direcionada a um grupo de espíritos com energia letárgica, com dificuldade de transformar a própria mentalidade estagnada.
A mensagem a seguir traduz o movimento de um espírito resgatando a própria espiritualidade em seu sentido mais profundo, deixando de lado tecnicismos, ensimesmamentos e excessos de linguagem. O vocabulário percebido parecia mais precioso, bonito e elaborado do que consegui registrar integralmente.
Não se trata necessariamente de um iniciado ou de um amparador, a sensação é mais próxima de alguém que desejava transmitir uma mensagem, ou simplesmente ser ouvido. O texto é curto, mas a intensidade da recepção foi marcante.
Na trilha consciente, consciente da trilha
Passando e caminhando pela estrada, encontrei meus problemas. Tropecei em minhas faltas, somente no eu.
A trilha solitária não nos deixa caminhar, andar ou correr.
A morte, sitiada no horizonte, lembrou-me que, sozinho, não alcanço as estrelas. Sozinho não sou o céu.
As passadas se acumularam e o cansaço tomou conta da alma.
Dormi. Dormi por mil anos.
Acordei com a luz em meus olhos. Acordei com a lamparina fulgurosa.
Lembrei de mim.
Mudei a direção e encontrei, numa fresta, a passagem para o meu coração.
A morte desapareceu. Permaneci invicto.
Não estava mais solitário. Voltara ao céu.
Voava no céu, e o que me sustentava não era o ar: era o sentimento, era o sentimento.
O que me sustenta é o amor.
Minhas asas brilham. Meus olhos brilham. Encontrei as estrelas.
Não estou mais só.
Invicto.

